Participe da campanha #AdotarÉAmor
A Vara da Infância e Juventude de Ponta Grossa abraça a campanha #AdotarÉAmor, do CNJ!
A campanha promove uma mobilização digital, com o propósito de engajar e sensibilizar as pessoas sobre a adoção, levar informação e desmistificar algumas informações sobre o tema, sempre usando a hashtag #AdotarÉAmor.
Participe do twittaço, no dia 25/05, às 10h, e ajude a dar visibilidade a essa causa!
Siga a VIJPG também no Twitter: twitter.com/VaraInfancia
POR QUE É IMPORTANTE FREQUENTAR UM GRUPO DE APOIO APÓS A ADOÇÃO?
🥰Não devemos mitificar a essência de ser família biológica com a contingência de ser família por adoção.
🌻Os dois tipos de parentalidade têm exatamente a mesma importância e a mesma essência.
💐No entanto, a contingência de ser uma família adotiva traz características especiais que não devem ser negadas, mas ao contrário, assumidas totalmente.
👩🏫Texto de @dralidiaweber – CRP08/0774
#eduquecomcarinho #familia #desenvolvimentoinfantil #educacãopositiva #disciplinapositiva #paisefilhos #infancia #parentalidade #educacaodefilhos #psicologiapositiva #educaçãopositiva #adoção #adotar
Atenção! Início antecipado!!
Informamos que resolvemos antecipar o início das inscrições para o dia 04.04.2022.
O link será disponibilizado em breve!
O Encontro de Preparação iniciará dia 03/05 e irá até o dia 24/05. Nesta edição, continuaremos com a parceria com a Escola Judicial do Paraná (EJUD), que acompanhará a comissão organizadora em todos os eventos, dando suporte e apoio com as inscrições, com acesso ao curso e com a certificação.
Desse modo, temos a convicção de que esta edição irá acrescentar muito não só para os/as pretendentes, mas para todos/todas nós. Fiquem ligados/as.
PRIMEIRA REUNIÃO DE 2022… NAO PERCA!
Atenção!! 📢
Inscrições serão aceitas até 18/03 12h.
Para casais é necessário inscrição individual.
Link para inscrição:
https://forms.gle/oVxhTkgPTSstsRRB7
MÃE PASSA A PRODUZIR LEITE MATERNO APOS ADOTAR BEBÊ
Relatório de adoções 2020 | Comarca de Ponta Grossa-PR
Os dados abaixo são referentes as adoções realizadas na Comarca de Ponta Grossa, no ano de 2020 e foram levantados até o dia 18/06/2020.
Este relatório está disponível na página da Vara de Infância e Juventude. CLIQUE AQUI!
Brasileira concorre a prêmio com projeto de adoção tardia
Brasileira concorre a prêmio com projeto de adoção tardia
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| Projeto promove encontro entre casais que pretendem adotar e crianças mais velhas. Foto: Reprodução/Marcella Bertoluci |
Fonte: Portal ARede
Direitos Humanos
Casal conta como rotina de vida mudou com adoção de irmãos
Dia Nacional da Adoção é comemorado no dia 25 de maio
A casa antes sem crianças, de repente, recebeu duas de uma só vez. E assim a vida do casal Rayssa e Danilo Farias foi transformada com a chegada de Anderson e Akira, irmãos que foram adotados por eles. A decisão do casal de adotar irmãos foi na contramão da maioria dos inscritos no Cadastro Nacional de Adoção, em que 61,9% dos adotantes declararam não querer irmãos.
Danilo conta que Anderson e Akira têm um vínculo muito forte e uma separação seria um trauma para eles. Com apenas três anos, o menino já se preocupava com a irmã, diante da ausência de atenção da família biológica. No abrigo, a preocupação com Akira continuou e ele chegava a guardar sobremesa para a irmã.
“Sabemos que irmãos são pontos de apoio e a história dos dois é muito bonita. Ele tinha essa relação de cuidado com ela e levou para o abrigo. Ele estava assumindo um papel que não é de criança. Tivemos um trabalho para que o Anderson nos deixasse cuidar deles dois. Recomendo a adoção de irmãos porque é muito bonita a vinculação”, relatou Danilo, neste Dia Nacional da Adoção, 25 de maio.
O casal Danilo e Rayssa também fugiu do perfil mais procurado pelos pretendentes ao adotar crianças negras e com idade um pouco mais avançada – Anderson tinha quatro anos e meio. Dados do Cadastro Nacional de Adoção, vinculado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mostram que o perfil indicado pelos adotantes é principalmente de crianças recém-nascidas, com um, dois ou três anos de idade e brancas. São 43% os que querem crianças de até 3 anos e 14,7% aceitam somente crianças brancas.
Trâmites legais
Danilo e Rayssa esperaram quatro anos pela chegada de Anderson e Akira que foram adotados com, 2 anos e 4 anos, respectivamente. Ao longo desse período, apresentaram os documentos necessários para o processo de adoção, fizeram um curso e receberam a visita de assistente social para, só então, serem considerados aptos a entrar no cadastro de adoção. Danilo conta que não esquece a emoção do momento em que recebeu a ligação com o chamado para ir à vara de infância.
“Eles estão com a gente há cerca de três anos e mudaram toda a rotina, mudam os móveis da casa, as atividades que a gente faz, que hoje são voltadas pra eles, e é uma experiência muito boa, de muito aprendizado. São crianças muito carinhosas, muito espertas. Não consigo imaginar minha vida sem eles”, diz Danilo.
Também não faltam desafios como aprender a lidar com a adaptação comum ao processo de adoção e com as birras e questionamentos típicos da idade. “São crianças colocadas em um mundo muito diferente do que elas viveram e que a família que adota precisa saber lidar para que elas tenham o melhor desenvolvimento possível”, conta.
Perfil e Espera
Os números do CNJ mostram que, atualmente, existem 46.002 pessoas interessadas em adotar e 9.514 crianças e adolescentes aptos para serem adotados. De acordo com o CNJ, apesar de haver tantas pessoas interessadas em adotar, a demora no procedimento se deve, em boa parte, ao perfil indicado pelos adotantes.
O advogado Hugo Damasceno Teles, representante da ONG Aconchego, de Brasília, e da Associação Nacional de Grupos de Apoio à Adoção (Angaad), diz que essa conta não fecha por tratar do desejo e da capacidade das pessoas. “Temos que ter cuidado com o que desejamos e com o que damos conta. Acredito que muitos não conseguem enfrentar a adoção de crianças mais velhas e irmãos”, avalia.
Hugo Damasceno fala sobre o tema com a experiência de quem adotou duas crianças. Ele conta que, inicialmente, ele e a esposa preencheram o cadastro de adoção em busca de um bebê branco, com características semelhantes às do casal. Após começarem frequentar um grupo de apoio à adoção chamado Aconchego, no Distrito Federal, eles perceberam que conseguiriam lidar com uma situação diferente.
“Quando começamos a ir no grupo de apoio nos fortalecemos e vimos que conseguiríamos ir até um pouco além. Hoje temos crianças negras e vemos os olhares nas ruas. O grupo de adoção me fortaleceu para o enfrentamento de escrever na minha testa, sou pai por adoção”, relata.
Avanços na legislação
O advogado diz que houve avanços nos últimos anos que contribuíram para tornar mais célere o processo de adoção como a Lei 12.010 de 2009 que criou o cadastro nacional de adoção e a Lei 13.509 de 2017 que estabeleceu prazos para a definição da situação das crianças que estão em abrigos.
Mesmo assim, continuam frequentes as queixas sobre demora no processo de adoção. Hugo Damasceno Teles disse que, além de mudança na lei, é preciso que haja também avanços na infraestrutura e pessoal nas varas de infância e juventude.
“Não tem equipe técnica multidisciplinar suficiente, é muito pouca gente. Esse pessoal que vai no abrigo verificar a situação da criança, vai no abrigo, analisa a vida dos candidatos. É muito trabalho”, explicou.
FONTE: Agência Brasil
Jornalista lança projeto para falar das angústias de filhos adotivos
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Vida depois da adoção: quais as dúvidas, angústias e incertezas enfrentadas por filhos adotivos na adolescência e na vida adulta?
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| Clica na foto e confira a matéria completa!!! |
FONTE: Gazeta do povo
Mais de 600 crianças e adolescentes aguardam por uma família no Paraná
ARRAIÁ DO GAAN ACONTECEU DIA 26/06
Confira os cliques
CAMPANHA: ADOÇÃO - LAÇOS DE AMOR (SC)
Paraná tem quatro pretendentes para cada criança a ser adotada
Cor de pele, gênero, idade e o fato de muitas crianças possuírem irmãos são complicantes no sistema
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Crianças para adoção
Paraná 898
Brasil 7.627
Pretendentes
Brasil 39.718
Paraná 4.036
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